Seg 1 Fev 2010
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O caderno Link do Estadão de ontem trouxe uma série de matérias sobre a última temporada do seriado americano Lost, maior fenômeno já registrado sobre o uso de mídias digitais na criação de comunidades de fãs (Fandom, em inglês). O caderno traz detalhes sobre o processo de tradução dos episódios, que são disponibilizados no Brasil poucas horas de irem ao ar no EUA. Essa agilidade exigiu do Canal AXN a redução drástica da janela de exibição, que ficou reduzida a apenas uma semana nesta temporada.
Além disso, há uma entrevista com os roteiristas da série e uma análise sobre as mudanças culturais fruto da dominação digital que circunda as séries modernas. Lost certamente é um paradigma para as novas séries, tal qual foi Matrix e tal qual está sendo Avatar para o cinema. O mais recente projeto de J.J Abrams, a série Fringe, é tão intrigante e instigante quando Lost, mas ainda não possui todos os seus desdobramentos. Trata-se de algo que deve ser estudado, inclusive como exemplo de uso de ferramentas sociais pelos fãs e de como construir comunidades em torno de um produto midiático. Coisa que a TV brasileira ainda está há anos luz…
Segue os links das principais matérias do Link:
‘Lost in translation’? Sem crise
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Fevereiro 1st, 2010 at 14:21
Valdecir,
gostaria de destacar que teu blog apresenta provocadoras abordagens. Parabéns. Sobre a questão das séries americanas adotadas como solução de audiência, um aspecto complementar o qual, parece-me,deveríamos também refletir é se a produção audiovisual brasileira não precisa rever suas narrativas e suas temáticas (?). Abraços, Alexande Kieling.