Qua 14 Jan 2009
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O site Producom traz uma sugestão interessante, feita por Juan Pablo Álviz, Assessor Tecnológico da Albavisión: negociar com os fabricantes o desenvolvimento de receptores de TV digital multipadrão, capazes de receber o sinal de qualquer sistema transmitido. Isso permitiria ganhos de escala e preços menores.
Como a América Latina não terá um padrão único de transmissão de TV digital, pois vários países já fizeram suas opções, como a Colômbia e o Uruguai pelo DVB (este último com muitos problemas, não descartando a rescisão dos contratos com o consórcio europeu), diminui a quantidade de receptores fabricados em cada padrão. Uruguai e Colômbia não são compatíveis com o sistema europeu, assim como o Brasil não é compatível com o sistema japonês.
A proposta é plenamente viável. Me parece que os custos para incluir a recepção dos diferentes padrões compensa no ganho de escala. Afinal, os chips que fazem a recepção do sinal são capazes de receber qualquer padrão, podendo surgir pequenos problemas devido às diferentes formas de modulação utilizados. A demultiplexação é igual para todos; a decodificação é simples, sendo que os chips decodificadores utilizados no Brasil decodificam qualquer sinal MPEG no mundo. O resto é software, que não encarece muito os receptores, ainda mais em larga escala. Além disso, representa uma nova oportunidade para o Ginga, que poderia aí sim virar um padrão internacional e entrar em mercados como Argentina e Chile, ambos bem encaminhados mas sem nenhum contrato de fato assinado.
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Janeiro 21st, 2010 at 20:09
Estou decepcionado com esta pseudo tradução de um texto do site Produ.com que fala totalmente de outro assunto no artigo e autor em referência.
Como acompanho a briga dos padrões de TVD terrestre, a única explicação possível é que pessoas ligadas ao DVB-T escreveram esta barbaridade em vez de traduzirem a verdade: O ISDB-Tb será o padrão da America do Sul.
Leiam o texto original em espanholem:
http://www.produ.com/diario/Tecnologia.html?RID=3718#Tec43
do Juan Pablo Alviz da Colombia e também o seguinte texto do Uruguay, de Jorge Spinella, gerente técnico de Monte Carlo TV de Uruguay
Que vergonha!
Janeiro 21st, 2010 at 20:11
Juan Pablo Alviz, asesor tecnológico de Albavisión
Mi posición es que, en su momento, la decisión de una norma técnica puede ser la correcta o no de acuerdo con las circunstancias, pero que hay que tener la consideración de que no se vive aislado del mundo, ni mucho menos de tu región.
En la parte tecnológica, unos estándares tienen sus ventajas sobre otros. En el caso de Colombia y nuestra región, por ejemplo, se definió desde siempre que la modulación OFDM era la correcta y sobre esa base había que definir el estándar. Colombia no se equivocó en el tema de la modulación, pero sí se apresuró en tomar una decisión aislada.
Ahora lo que pasa es que hay un movimiento regional alrededor de un estándar y Colombia debe montarse en ese coche. No podemos pensar ahora que resulta que el único país que sabe de tecnología de televisión digital es Colombia y el resto se equivocó.
Para mí sería interesante saber qué opinan los presidentes de los grandes canales colombianos acerca de que todos los países fronterizos con Colombia adopten la norma brasileña, y que Colombia quede completamente aislado de la región en la cooperación entre naciones y en todos los temas de desarrollo que están viniendo
Janeiro 21st, 2010 at 20:11
Jorge Spinella, gerente técnico de Monte Carlo TV de Uruguay
Si Colombia ya ha realizado inversiones en infraestructura básica, es decir, en decodificadores domiciliarios, en ese caso diría que la adopción de un sistema es casi irreversible. Pero no sé hasta qué grado ya se ha incursionado en el mercado de la recepción. En cambio, en Uruguay, la decisión sobre el estándar DVB-T puede ser revisada porque no ha implicado inversiones hasta el momento.
En lo referente a la transmisión, se puede comprar un equipo que sirva para ambos sistemas con pequeñas modificaciones. Esta área no sería problemática para Colombia.
Por otra parte, la norma DVB-T con MPEG-4 recién se está desarrollando en el mundo, lo que complica un poco la implantación de este sistema en el país.
Históricamente, hemos luchado durante décadas para que todos los países de la región tengan los mismos estándares y se regulen con las mismas normas. Lamentablemente eso no siempre se ha concretado y las consecuencias son conocidas por todos. En definitiva: cada uno ha ido por donde ha querido. Sin embargo, en el caso de la TV digital, pareciera que el camino es el estándar ISDB-T.
Janeiro 21st, 2010 at 20:33
Román Becerra, gerente general de NYL Electrónica de Colombia
A nivel personal, estoy seguro de que tener una norma distinta a la de los países vecinos va a afectar la difusión de las señales generadas aquí en Colombia y el comercio en las zonas limítrofes. Nuestra señal generada en el formato digital adoptado no va a tener penetración en las zonas fronterizas, y de eso debería estar preocupada la gente que emite, es decir, los canales privados.
Hay que tener en cuenta que los canales privados en Colombia tienen entre el 85 y el 90% del market share de la torta publicitaria de televisión. Entonces esos dos canales, RCN y Caracol, deberían ocuparse de asesorar o solicitar al gobierno que haga nuevamente un estudio acerca de esa adopción del formato de transmisión digital. Pero lo que está sucediendo ahora es que la Comisión está muy ocupada con el asunto del tercer canal privado.
Además, hay otro problema que es el cambio de gobierno, porque tenemos elecciones presidenciales este año. Entonces creo que la revisión de la norma será dilatada hasta que se defina quién va a ser el próximo presidente y en ese momento se deberá atacar nuevamente.
Por otra parte, como distribuidores de equipos, la situación es preocupante para nosotros por el hecho de encontrarse uno sólo manejando esa tecnología aquí en Latinoamérica, por lo que mi voto sería para que se unificara un mismo sistema en la región. Es realmente importante que se unifique el tema de la norma en Latinoamérica.
Janeiro 21st, 2010 at 20:49
Olá Gerson:
Grato pelo comentários, mas não entendi a sua revolta. Em nenhum momento está escrito que se trata de um tradução. Apenas um comentário sobre um notícia divulgada no referido site, e que não tem nada a ver com o link que o senhor passou. Mesmo que Colômbia e Uruguai mudem a escolha, o texto fala claramente na América Latina, onde o México não tem qualquer chance de abandonar o ATSC.
Críticas as ideias deste blog sempre são bem vindas, mas sugiro que da próxima vez o senhor tenha mais cautela ao fazer acusações de vinculação com quer que seja. E cheque as datas em que os posts são feitos.
abraço,
Valdecir
Janeiro 21st, 2010 at 21:13
“uma sugestão interessante, feita por Juan Pablo Álviz, Assessor Tecnológico da Albavisión: negociar com os fabricantes o desenvolvimento de receptores de TV digital multipadrão, capazes de receber o sinal de qualquer sistema transmitido. Isso permitiria ganhos de escala e preços menores.”
Caríssimo, o texto acima não existe em lugar nenhum e este Juan Pablo Álviz poderá processá-lo. Ele NUNCA emitiu esta opinião porque é uma burrice tecnológica para os fabricantes, agregar tecnologia de um outro padrão digital para satisfazer menos de 3% da população da região.
O Lindo e ideal teria sido uma tradução literal do texto deste Juan Pablo.
Li diversos artiigos do teu blog agoa e gostei mas fico na dúvida: será que é verdade ou invenção.
Queira me desculpar mas ainda acho que foi uma distorção de quem adora o DVB-T e quiz criar um momento…
Janeiro 21st, 2010 at 21:17
No dia 14 não havia texto ou declaração deste senhor Juan Pablo no site da Produ.com e em nenhum outro dia. Tive a pachorra de me cadastrar lá e ler todo o Forum desde 2 de janeiro de 2010 antes de escrever aqui. Eu mesmo não acreditava que esta notícia não existisse.
Pode ser que no site tenham colocado esta notícia e depois retirado. Hoje não existe nada lá, exceto a notícia de ONTEM que é bem diferente do que está aqui.
Janeiro 21st, 2010 at 21:40
Olá:
Eu não vou me dar ao trabalho de buscar o link para o senhor. Apenas informo que, como diz no cabeçalho, o post foi feito no dia 14 de janeiro de 2009, ou seja, há mais de um ano. Se até agora ninguém me processou, acho que posso ficar sossegado. Além disso, já escrevi livros e artigos científicos suficientes para não precisar inventar nada. As pessoas mudam de ideia, o que o senhor pode ver por este blog mesmo. Tem muita coisa que eu escrevi há um ano e que agora eu penso diferente. Não poderia ter acontecido a mesma coisa com esse senhor?
Quanto a sua aversão ao DVB, sugiro que senhor jogue meu nome no Google e veja a minha história no desenvolvimento do SBTVD e pense um pouco antes de criticar infundadamente alguém que trabalha há mais de 10 anos com o desenvolvimento da TV digital brasileira e que combateu com mais energia do que devia o lobby estrangeiro no momento da definição. Isso não significa em absoluto que eu não possa me enganar e manifestar opiniões equivocadas.
Vamos discutir ideias, sem Argumentum ad hominem?
abraço,
Valdecir